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sábado, 25 de junho de 2011

Curiosas Supertições e suas Origens


A SUPERSTIÇÃO
A crença de que podemos, de alguma forma, encorajar a sorte é ainda evidente hoje em dia , sob a forma de superstições.

Por exemplo, existem poucas pessoas que nunca tenham, numa ocasião qualquer, batido na madeira ao falarem de um acontecimento desagradável, que tenham cruzado os dedos quando querem que alguma coisa corra bem, evitando a todo custo passar por debaixo de uma escada ou abrir um guarda chuva dentro de casa.


AS ORIGENS DAS SUPERSTIÇÕES
Na maior parte dos casos estas superstições têm raízes fundamentadas: Os ingleses recusam a terceira chama para acenderem um cigarro, por exemplo, superstição que remonta à Primeira Guerra Mundial. Quando um soldado nas trincheiras acendia o seu primeiro cigarro, despertava a atenção dos atiradores inimigos; o segundo cigarro colocava-o na mira do atirador e ao acender o terceiro cigarro já uma bala assobiava na sua direcção.


OS GATOS PRETOS
O gato conheceu muitas faces da fortuna durante a sua longa associação com o homem. Foi adorado como uma divindade e perseguido como encarnação das forças do mal. Hoje em dia, na Inglaterra, o gato simboliza a magia sem malícia e considera-se geralmente que é um animal que dá sorte. Um gato atravessar-se no seu caminho é muito auspicioso, mas há quem afirme que é um mau presságio se o gato atravessa a rua da esquerda para a direita ou se ele fugir.

Se um gato preto lhe presta uma visita, nunca deve ser expulso porque poderia levar a sorte da casa consigo.

Em muitos países, como em Portugal, o gato preto é encarado com medo e hostilidade. Na América do Sul acredita-se que o gato preto à um poderoso espírito malévolo capaz de causar a doença e mesmo a morte.

Na Europa e nos Estados Unidos o gato preto simboliza o demónio e as suas obras diabólicas. Na América do Sul, contudo, acredita-se que o caldo obtido a partir da fervura da carne de um gato preto poderia curar a tuberculose pulmonar.


ARANHAS
A aranha vista de manhã traz má sorte; se for à tarde, boa sorte, sobretudo se o numero de patas for par. Não se destrói a teia de aranha: «A aranha traz ganhos.»


ANO NOVO
No dia de ano novo, deve-se comer lentilhas: quantas mais se comerem, tanto mais dinheiro se terá no ano que começa. Continuando ainda em gastronomia, na noite de São Silvestre (31 de Dezembro), que «rebente» 0 espumante ou o vinho branco; e, ao soarem as doze badaladas, deve-se engolir apressadamente doze passas.
O EGITO
Depois de tudo o que aconteceu aos descobridores do tesouro de Tutankhamon, mortos em circunstancias misteriosas poucos meses depois de terem profanado aquele túmulo cheio de tesouros incalculáveis, um halo de mau agouro adeja sobre o Egito e os seus ídolos. Nas revistas teatrais não se admitem quadros egípcios pois todos acreditam que são portadores de fracassos mais que certos.

Esfinges, papiros, hieróglifos, pedaços de sarcófagos, jóias roubadas às múmias, são tudo coisas de que convém afastar-se, não vá acontecer alguma coisa!...






DIA 13
Acredita-se que esta crença tenha a sua origem em duas lendas nórdicas. Foi organizado em Valhalla (morada celestial das divindades) um banquete para 12 convidados. Porém, Loxi (espírito do mal e da discórdia) apareceu sem ser convidado e iniciou uma discussão que ocasionou a morte de Balder, o favorito dos deuses. O número ficou marcado como símbolo do azar.

Já a segunda lenda tem como protagonista a deusa da beleza e do amor, Friga, cujo nome deu origem às palavras friadagr e Friday, “sexta-feira” em escandinavo e inglês, respectivamente. Quando as tribos nórdicas se converteram ao cristianismo, a deusa foi transformada em uma bruxa que se exilou no alto de uma montanha. Com o intuito de se vingar, Friga passou a se reunir todas as sextas-feiras com outras 11 feiticeiras, mais o próprio Satanás, num total de 13 participantes, para rogar pragas sobre a humanidade.
FERRADURA
Segundo registros, o objeto já era considerado um amuleto poderoso na Grécia Antiga. Em primeiro lugar porque era feito de ferro, elemento que os gregos acreditavam proteger contra todo mal. E o seu formato lembrava a Lua crescente, símbolo de fertilidade e prosperidade.

Já os cristãos europeus acreditavam que sua origem se deve a São Dunstan de Canterbury, arcebispo inglês conhecido como grande estudioso da metalurgia. Reza a lenda que, Dunstan teria posto ferraduras no demônio e somente as retirou após ouvir a promessa do diabo de que nunca mais se aproximaria do objeto.

BATER NA MADEIRA
Esta superstição está associada à crença de que as árvores eram a morada dos deuses. Sempre que se sentiam culpados de algo, batiam no tronco para invocar as divindades e pedir perdão. Costume ligado a povos primitivos pagãos. Os celtas, também tinham um costume parecido. Os sacerdotes, os druidas, batiam na madeira para afugentar os maus espíritos, pois acreditavam que as árvores consumiam os demônios.

ESCADAS
Alguns acreditam que a superstição surgiu na Europa Medieval. Quando um castelo era atacado, a ponte levadiça era recolhida. Um dos únicos meios de invadir era usar escadas. A defesa para este tipo de ataque era atirar óleo a ferver ou pôr piche nos muros do castelo para repelir os invasores. Quem segurava as escadas, geralmente recebia um banho mortal. Portanto, segurar uma escada por debaixo passou a significar má sorte. Ainda hoje é considerado mau agouro andar por debaixo de uma escada de um pintor, pois objetos podem cair de cima.

QUEBRAR ESPELHO
O reflexo da imagem é a alma, do outro eu, o duplo, passível de perigos e acidentes como o próprio corpo físico. Não ver a imagem pessoal no espelho é a denúncia indiscutível de que a alma está condenada a desaparecer. Daí uma série de superstições. Partir um espelho é despedaçar a própria alma, e, portanto resulta em sete anos de azar. Não se fala em frente de um espelho. Não se deve olhar para um espelho durante a noite. 

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