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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

CORONEL LUCAS PINTO VISTO SOB A ÓTICA DO HISTORIADOR APODIENSE JOSÉ LEITE.

CORONEL LUCAS PINTO
   "Luquinha  de  Dodô  ou  simplesmente  Luquinha, o  Lucas  Pinto, foi  uma  das  grandes  personalidades  apodienses  nos tempos  passados, formado  na escola  de  seu  irmão  Coronel  Chico  Pinto. Dele  recebeu  todo  o  incentivo  necessário  para  suceder-lhe  na  direção  da  herança   partidária  de  Ferreira  Pinto  e  de  João  Jázimo  de  Oliveira  Pinto, tarefa  que se  desincumbiu  com  muita  eficiência  e  galhardia.
                           O  Luquinha, descendente  de  uma  família  pobre, trabalhou  "no  pesado"  e,  em  1919, ano de seca  calamitosa, foi  "tirador  de  macambira", chegando a  colher  60  dúzias  de  cabeças  dessa  planta, em  um  dia  de  trabalho, uma  quantidade  fantástica, que  pouquíssimas  pessoas  conseguiam  alcançar  e  que  lhe  valeu  o  título   de  maior  tirador  de  macambira, na  sua  época.
                            O  velho  Lucas  Pinto chegou  também  ao  comércio  local  e  das  vizinhanças  por   longos  anos  e  a  fortuna  que  conseguiu  nas  atividades  comerciais  e  industriais  lhe  possibilitaram   conceder  crédito a  quase  todos  os  agricultores  e  fazendeiros  da  região, durante  um  período  superior  a  quarenta  anos.
                             Na  política, o  velho  Luquinha  enfrentou, tal  qual  seu irmão  Francisco  Pinto, as  maiores  batalhas  e  as  mais  violentas  perseguições, conservando   o  poder  até  a  sua  retirada  da  política, sucumbido  pela  avançada  e  gloriosa  idade.  Na  acirrada  fase  política  que  surgiu com  o  Partido  Popular (O  Perrepismo), logo  depois  da  revolução de  1930, o  Luquinha   nunca  se  assustou  com  as  estrepolias  de  Benedito  Dantas  Saldanha, representante  no  Apodi  da  Aliança  Liberal e do  governo  estadual, mesmo  quando  aquele  chefe  governista  o  quis  obrigar  a  engolir  uma  reportagem   publicada  no  jornal  "A  RAZÃO", jornal  perrepista, contrário  ao  governo  da  Aliança  Liberal, não  acontecendo  a  violência   graças  à  intervenção  de  Deca  Cavaco, outro  bravo  apodiense.
                             Lucas  Pinto  foi  o  maior  sucesso  administrativo  já  experimentado  no  Apodi  quando  ele, na sua  fase  inicial  à  frente  da  Prefeitura  Municipal, na  década  de  trinta, empossou-se  no  cargo  de  Prefeito, no   dia  02  de  Fevereiro  de  1936, realizando, além  de  outros, os seguintes  importantes  melhoramentos:
                             01) Reforma  geral com  acréscimos  no  Cemitério  Público  da  sede, sem  afetar  as  suas  linhas  originais, respeitando   até  mesmo  aquela  velha  expressão  latina  que  sempre  existiu  acima  do  portão  de  entrada, e  que  significa: "Conhece-te  a  ti  mesmo".
                              02)  Reforma, com  acréscimos, no  cerco   da  cidade;
                              03)  Construção de  bem  alinhadas  calçadas  de  cimento, em  substituição  às  antigas  de tijolos  e com alturas  e  larguras  variáveis, embelezando  com  esse  trabalho, as  Rua  São  João  Batista  e  N. Sra.  da  Conceição, no  centro   da  cidade;
                              04)  Reconstrução  e  melhoramentos  no Mercado  Público  da  sede;
                              05)  Reconstrução  com  acréscimos  e  melhoramento  no  Matadouro  Público  da  sede;
                              06)  Instalação  do  serviço  de  iluminação  elétrica  pública  e  domiciliar, que era  acionado  por  um  locomóvel  à  vapor.
                                A  segunda  fase  de  Lucas  Pinto,  à  frente  da  Prefeitura, ocorreu  na  década  de  quarenta, tendo  ele  tomado  posse  em  19  de  Março  de  1946.
                                Luquinha  de  Dodô, que  hoje  descansa  na  Paz  de  DEUS, merece  a  nossa  admiração."

HISTORIADOR E  ESCRITOR APODIENSE JOSÉ LEITE

  NOTA:  Entre  as  diversas  produções  poéticas  de  caráter  político, produzidas  pelo  renomado  e  celebrado  historiador  conterrâneo  JOSÉ  LEITE, existe  uma  que  era  cantada  na  melodia da  música  "Lua  Feiticeira", nos tempos  do  Partido  Popular  e  da  Aliança  Liberal  e que fazia  o  elogio  de  Francisco  Pinto,  assim:
                             "Pelabuchos,  desgraçados,  malfazejos,
                               Vossos  maiores  desejos,
                               Era  acabar  com  o  nosso   Estado.
                               E, agora, no   movimento  extremista,
                                A  canalha  aliancista
                                Deixou  o  banco   roubado.
                                           . . . . . . . .
                                E, agora, devemos  honrar,
                                As  cinzas  de  Francisco  Pinto,
                                Mártir  pelo  Popular.
                                            . . . . . . . . 
                                Eu  te  bendigo, glorioso  Popular,
                                Pela  paz  que  queres  dar,
                                Aos  lares  do  Poti.
                                E  bendigo  o  herói  martirizado,
                                Que  morreu  assassinado
                                Pela  glória  do  Apodi.
                                        ESTRIBILHO
                                E, agora, devemos honrar,
                                As  cinzas   de  Francisco  Pinto,
                                Mártir  pelo   Popular.


Do livro "FLAGRANTES DAS VÁRZEAS DO APODI", Autor: JOSÉ LEITE. Coleção Mossoroense - Livro VI - Vol. DCXXXV - Série C - Ano 1991. gentilmente cedido pelo historiador Marcos Pinto. 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Imagens da gravação (Making of) do clipe da música "Cantófa e Jandi" do DVD de Dudé Viana.

Imagens da gravação (Making of) do clipe da música "Cantófa e Jandi" do DVD de Dudé Viana.
Musica que conta a trágica História das Índias Tapuias Paiacus, na qual Luíza Cantofa a India Avó foi assassinada, e a cunhã Jandí fugira, desconhecendo-se o seu paradeiro até hoje. 
Cantor e escritor Dudé Viana
Antonio Praxedes Filho. Margens da Barragem de sta. Cruz Apodi-RN.
Com o cantor e amigo Nilson Vianna 
Com o cantor e escritor, o amigo Dudé Viana
Ladja Layslla
Seguimos o leito da Barragem de Sta. Cruz, 36 Km rio acima




As atrizes Ladja Layslla e Lúcia tavares
Descendente dos Tapuias Paiacus Lucia Tavares, interpretou a Índia Luiza Cantofa


A atriz Ladja Layslla, que interpretou a Cunhã Jandí

Os traços fisionômicos indígenas, são bastantes claros na pequena atriz Ladja Layslla, que interpretou Jandí.


Lucia Tavares em seu momento de concentração total

Nilson Vianna, interpretou o caçador assassino

Sena em que acontece o assassinato de Luiza Cantofa




Equipe eternizando o momento


Atores Principais

Sêu Venâncio botou boneco...rsrsrsr 


Donos da casa onde nos deram apoio.
Um muito obrigado a o Sr. Antonio Aracati

Equipe eternizando o momento, depois de muito trabalho


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O EGITO E SEUS MISTÉRIOS

“Um dom do NILO.”
Heródoto
Em 4.200 a.C., a religião que predominava em  Tebas... que se estendeu para
todo o Egito... era o monoteísmo. No vértice do panteão sentava-se um
deus único... imortal... pré-existente... e invisível Escondido nas inexploráveis profundezas
 da sua essência mais íntima...gerador 

de si mesmo... possuía  inúmeras representações (deuses/deusas).
Havia cerca de mil deuses... alguns sofrendo uma humanização lenta e incompleta –
cabeças de animais em corpos humanos... como Anúbis - Horus –
Montu – Set – ThotSebekSokaris- ThuerisÁpis...  entre outros.
A imagem mais perfeita desse deus era o sol... através dos seus
três atributos principais: forma... luz e calor. A alma do sol chamava-se 
Amon-Ra... que significa “sol oculto”. Todas as demais 
divindades eram membros do seu corpo... incluindo os animais sagrados como o
falcão (Horus)... a íbis (Thot)... o crocodilo e o gato (Miau)... etc e tal.
Os deuses ocupavam um lugar proeminente na arte egípcia... e parte sobreviveu
graça à invenção de folhas de papel feitas com papiro.
A civilização do Egito  corporificou-se centrada em Mênfis... e depois a capital foi para Tebas.
 Essas duas cidades foram grandes centros religiosos e tinham palácios faraônicos
Essa foi a verdadeira contribuição para o progresso da humanidade.
Os egípcios inventaram tanto o livro... quanto o material no qual o primeiro deles seria escrito.
O pecado original... o redentor nascido de uma virgem...  a ressurreição após a morte...
e a renovação da humanidade...  faziam parte dos importantes cultos egípcios. 
As enchentes e vazantes do rio Nilo... eram enormes reguladores da vida dos Egípcios há 3.200 a.C., quando as leis civis e religiosas... a escrita... e a arte fervilhavam em sua formas Desde o início...  eles se destacaram na escrita... há mais informações a respeito dessa civilização... do que qualquer outra... em data tão antiga
Em épocas remotas... onde se sentava ao trono... o rei OSÍRIS...
uma faixa do deserto... às margens do rio Nilo... transformou-se lentamente em um oásis  
Longo e destacado... cercado de montanhas... foi dividido em:
 Alto Egito - tinha como símbolo  o abutre
e  Baixo Egito - era representado por uma  serpente.  
O hieróglifo (sinais sagrados) era uma escrita pictográfica: consistia de pequenas
 figuras representando os nomes/sons das coisas. Mantinha um caráter sagrado e poderes mágicos...
porém... perdeu-se o domínio dessa escrita... tornando-se inelegível
Somente no início do século XIX...  através da “Pedra de Roseta” foi decodificada essa
caligrafia... e surgiu a compreensão da maioria das inscrições em túmulos... monumentos e
papiros... que sobreviveram ao tempo... e até hoje tem fascinado a humanidade.
A pedra mostra em sua face uma longa inscrição em três línguas:
hieroglíficos (reservada aos sacerdotes)... demótica (demo=povo) e grega (sábios). 
A escrita tratava-se de um decreto sacerdotal em honra a Ptolomeu Epifânio...
que deveria ser esculpido em todos os templos mais importantes do Egito
No Egito antigo reinou a monarquia absoluta. O rei... chamado Faraó... era considerado um deus
 encarnado na terra... e recebia o título de “Filho do Sol”... representava o poder religioso...
político... e militar. A realeza era sagrada e temível. 
Muitos casamentos reais uniam irmãos com irmãs... aparentemente sem efeitos genéticos
insatisfatórios. Alguns faraós se casaram com suas próprias filhas... É interessante saber... que no apogeu do Novo Império sentou-se ao trono do faraó uma 
mulher – Hatshepsut – esse período foi considerado o ápice da realização artística...
embora com influências de Creta.
Os monarcas egípcios possuíam uma impressionante autoridade... donos de uma santidade
especial... devido ao poder de garantir prosperidade... através de uma agricultura bem sucedida. Acreditava-se... que eles controlavam o Nilo... que varria e renovava tudo em um ritmo cósmico.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

12 COISAS INTERESSANTES QUE VOCÊ PROVAVELMENTE NÃO SABIA


Curiosidades que podem não mudar sua vida, mas vai trazer um pouco de conhecimento, o que não é nada ruim. Confira algumas delas.
FONTE: http://naominta.com