quarta-feira, 9 de março de 2011

AS CINZAS DESTA QUARTA-FEIRA

As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia é um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa sem contar os domingos.
 
 
Na nossa Igreja Matriz, haverá missa com imposição das cinzas as 9h e as 19h. Participe! Inicie bem a sua quaresma.
 
 
 
Fonte: Blog da Igreja Matriz de Apodi

ASSEMBLÉIA PAROQUIAL EM APODI.


Formação, Juventude e Dízimo.


Segundo o padre Maciel, a formação é à base de um catolicismo forte e rico em conhecimentos, pois o lema éconhecer mais, para celebrar melhor. O padre garantiu auxilio de formação para todas as comunidades que têm padroeiros, e sugeriu que as capelas devam estar mais presentes na vida paroquial, e que devem buscar mais a paroquia quando se tratar de formação, pois somente a comunidade/capela sabe de suas necessidades maiores.


A paróquia de Apodi, também irá trabalhar no eixo temático sobre juventude, pois existe uma preocupação muito forte na falta de opções para a juventude, um universo muito grande que está praticamente abandonado pela sociedade apodiense.

E por último a Paróquia também irá trabalhar a temática do Dízimo e implantá-lo em todas as comunidades católicas do município, pois o dizimo é o que mantém a Igreja viva, sem que ela (igreja), tenha que depender de recursos oriundos daquilo que contradiz a vivência crista.

Determinações paroquiais

Após a apresentação dos planejamentos da cada comunidade/capela, o Pe Maciel, apresentou as Determinações Paroquiais discutidas na assembleia da equipe que coordena a paróquia de Apodi. Segundo ele mesmo disse, as determinações não foram impostas pelo padre, foram discutidas em varias reuniões da coordenação paroquial. E eis as determinações:

1)      Está proibida a venda de bebidas alcoólicas e promoções de festas dançantes por parte dos agentes de pastoral, seja nas festas de padroeiros ou em qualquer outro momento forte, seja ele religioso ou civil;
2)      Igualmente, está proibida a terceirização da venda de bebidas alcoólicas e festas dançantes, bem como aluguel do espaço da igreja (ou eclesial) para a mesma finalidade;
3)      Os ministérios possuem o ministro e não o contrario. Nesse sentido, é exigido, não pelo padre, mas pela própria natureza do ministério, uma vida eclesial ativa, expressada especialmente na presença na Eucaristia na comunidade;
4)      O ápice da vida eclesial é a Missa. Nela a vida pastoral se alimenta. A vida pastoral por sua vez alimenta os motivos e as intenções que torna possível a celebração da fé e da vida;
5)      Apela-se para que as pastorais e grupos nunca percam o essencial que constitui seu verdadeiro caráter;
6)      O livro “Louvemos o Senhor” NÃO será referência para cantos da missa. Os cantos litúrgicos serão tomados desde o hinário litúrgico presentes também no jornal “O DOMINGO”;
7)      As pastorais e pessoas que contribuem ativamente nas celebrações litúrgicas devem acolher as determinações da equipe de liturgia;
8)      Todos os grupos de jovens, igualmente, são chamados a acolher os convites e propostas da Equipe de Integração.
9)      O sacramento do Batismo será conferido nas comunidades somente com a oferta do curso de pais e padrinhos para o referido sacramento. O agente do curso será sempre o catequista na ausência do agente da pastoral do batismo;
10)   Haverá um novo ministério na Paróquia: os ministros da palavra. Eles terão a tríplice missão de: a) pregar nas celebrações da palavra; b) celebrar as exéquias; c) comentar as missas;
11)   O dízimo será implantado em todas as Capelas da Paróquia sendo coordenada pela pastoral do dízimo da cidade;
12)   O Conselho Paroquial de Pastoral será instituído com os principais representantes das pastorais indicados pelo padre;
13)   Toda construção de capelas e ampliações de centros comunitários usados para culto terá a supervisão, orientação e permissão do pároco.

 Após a apresentação das determinações paroquiais, houve um momento de discussão com os representantes das capelas, sendo que foi minimamente explicada cada determinação e algumas dúvidas. Cada capela se prontificou em acolher as determinações, que entram em vigor já nesse mês, com exceção do dizimo que será implantado a partir do próximo mês em todas as capelas.
Fonte:Marmota Apodiense.

CARNAVAL 2011 EM APODI TERMINA EM PAZ.


Agora é só ressaca.09/03/2011.                                                                       Foto:Apodigital

CARNAVAL 2011 EM APODI


Banda Inala faz a festa.08/03/2011

terça-feira, 8 de março de 2011

Conheça o significado da Quaresma



Imagem de Destaque
Por que a Igreja utiliza a cor roxa nesse tempo?


Chama-se Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias , em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O "Glória", o "Aleluia" e o "Te Deum".
Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa.
Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo.
Por que a cor roxa?
A cor litúrgica deste tempo é o roxo que simboliza a penitênica e a contrição. Usa-se no tempo da Quaresma e do Advento.
Nesta época do ano, os campos se enfeitam de flores roxas e róseas das quaresmeiras. Antigamente, era costume cobrir também de roxo as imagens nas igrejas. Na nossa cultura, o roxo lembra tristeza e dor. Isto porque na Quaresma celebramos a Paixão de Cristo: na Via-Sacra contemplamos Jesus a caminho do Calvário
Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.
O Jejum
A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.
Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.
O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.
Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?
A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.
Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.
Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?
As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da semana santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.
Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira Santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.
Depois, vem a missa da Sexta-feira da paixão, também conhecida como Sexta-feira Santa, que celebra a morte do Senhor, às 15h00. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.
No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no Domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.
CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

CNBB: Igreja no Brasil incentiva educação ambiental

Campanha da Fraternidade discutirá sobre a vida no planeta
BRASÍLIA, quarta-feira, 2 de março de 2011 (ZENIT.org) - A Igreja no Brasil lança na Quarta-feira de Cinzas a Campanha da Fraternidade (CF) 2011, que nesta edição traz como tema "Fraternidade e a Vida no Planeta".
Segundo informa a CNBB, a motivação do evento é "contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas".

Pretende-se também motivar as pessoas a participar dos debates e ações que visam a enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta. 

Segundo o secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, é a fé que motiva a Igreja a discutir temas como o proposto pela CF-2011.

"A fé nos torna específicos numa discussão como essa. A nossa fundamentação é teológica e se baseia no próprio projeto de Deus para com a criação e para com o ser humano", afirmou hoje na página na internet da CNBB.

Dom Dimas considera ainda que a ecologia humana é de "suma importância" para as discussões, porque trata a vida como um todo e não distingue a vida do planeta da vida dos seres humanos.

"A ecologia humana é um tema fundamental trazido pelo Papa João Paulo II e, depois, por Bento XVI. De acordo com o Papa, o centro do universo está na pessoa humana e, muitas vezes, as políticas públicas não levam em conta esses dois pontos, principalmente as pessoas mais vulneráveis, os mais pobres."

A partir de março, o debate do tema proposto pela Campanha ganha as paróquias, comunidades e os mais diversos espaços.

"A temática é uma preocupação social da Igreja que quer despertar as pessoas para a educação ambiental porque, a partir do nosso dia-a-dia, precisamos diminuir o consumo e tomar algumas medidas que impliquem em menos gasto e mais educação para a vida do nosso planeta", sublinhou o secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias.

De acordo com o secretário, os temas sociais apresentados pelas Campanhas da Fraternidade refletem o papel da Igreja junto à sociedade.

"A Igreja toma esses temas como reflexão para servir à sociedade, porque implicam em sofrimento, dores, morte. A Igreja, imbuída da missão de evangelizar, procura levar a luz de Deus àquela situação, para que brote a vida no seio da sociedade", disse o padre.

Além do objetivo geral de conscientizar sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas, a CF apresenta alguns objetivos específicos.

Entre eles consta viabilizar meios para formação da consciência ambiental; promover discussões sobre a problemática; mostrar a gravidade e a urgência dos problemas ambientais; denunciar situações e apontar responsabilidades no que diz respeito aos problemas ambientais decorrentes do aquecimento global.

Um dos gestos concretos propostos é a Coleta da Solidariedade, que será realizada em todas as dioceses do país no dia 17 de abril. Os recursos arrecadados dirigem-se aos fundos nacional e diocesano de solidariedade, para atender a projetos ligados aos objetivos da Campanha da Fraternidade.

COMO É O JULGAMENTO DAS ESCOLAS DE SAMBA NA AVENIDA.



LEI DA SELVA NO QUINTAL.


A aparente paz do jardim esconde a guerra travada entre os insetos: presas e predadores usam camuflagens ou cores berrantes na luta pela sobrevivência.

A LINGUAGEM DOS ANIMAIS.